39 Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;
40 E não quereis vir a mim para terdes vida.
41 Eu não recebo glória dos homens;
42 Mas bem vos conheço, que não tendes em vós o amor de Deus.
43 Eu vim em nome de meu Pai, e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis.
44 Como podeis vós crer, recebendo honra uns dos outros, e não buscando a honra que vem só de Deus?
45 Não cuideis que eu vos hei de acusar para com o Pai. Há um que vos acusa, Moisés, em quem vós esperais.
46 Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em mim; porque de mim escreveu ele.
47 Mas, se não credes nos seus escritos, como crereis nas minhas palavras?
Parece que as pessoas nesta história tinham uma visão
tão limitada sobre a Lei que se recusaram a ver Jesus por
quem ele verdadeiramente era. Estavam cegas pelas trevas,
nas quais escolheram permanecer. Antes de olharem para Jesus
– o próprio Verbo encarnado – por sua ligação com Deus,
escolheram olhar uns para os outros.
Que lição para nós hoje! Com que frequência permitimos
que nossas circunstâncias roubem nossa alegria e paz?
Com que assiduidade fracassamos em confi ar em Deus para
superar tentações? E com que periodicidade pensamos que
podemos lidar com determinadas situações sem consultar a
Deus? Ele é nosso poder, força e provisão.