8 Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos. 9 Além do que, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciamos; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, para vivermos? 10 Porque aqueles, na verdade, por um pouco de tempo, nos corrigiam como bem lhes parecia; mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade. 11 E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.
Minha mãe era uma mulher gentil e amável, porém não tolerava falta de respeito e desobediência. Uma vez quando tinha cerca de doze anos, e pensava que já sabia tudo o que se pode saber, questionei a autoridade dela sobre mim. Que atitude imprudente demonstrei naquele dia! Alguns pais teriam deixado de lado minhas observações insolentes e as teriam tomado como atitudes infantis, mas não a minha mãe. Embora fosse mais alta, ela não teve qualquer dificuldade em dar-me uma palmada, que humilhou o meu orgulho e deixou uma "boa impressão" em mim. Depois, ela me falou calmamente sobre o meu coração rebelde e assegurou-me do seu amor e devoção para comigo. Ela me disse que não se alegrou em me castigar, mas que trairia sua posição como a minha tutora se me permitisse desenvolver hábitos que, mais tarde, iriam prejudicar minha vida. Deus ama seus filhos, até mesmo mais do que a minha mãe me amava, por isso, às vezes, Ele nos corrige.