3 Lembrava-me de Deus, e me perturbei; queixava-me, e o meu espírito desfalecia. (Selá.) 4 Sustentaste os meus olhos acordados; estou tão perturbado que não posso falar. 5 Considerava os dias da antiguidade, os anos dos tempos antigos. 6 De noite chamei à lembrança o meu cântico; meditei em meu coração, e o meu espírito esquadrinhou. 7 Rejeitará o Senhor para sempre e não tornará a ser favorável? 8 Cessou para sempre a sua benignidade? Acabou-se já a promessa de geração em geração? 9 Esqueceu-se Deus de ter misericórdia? Ou encerrou ele as suas misericórdias na sua ira? (Selá.) 10 E eu disse: Isto é enfermidade minha; mas eu me lembrarei dos anos da destra do Altíssimo. 11 Eu me lembrarei das obras do SENHOR; certamente que eu me lembrarei das tuas maravilhas da antiguidade. 12 Meditarei também em todas as tuas obras, e falarei dos teus feitos. 13 O teu caminho, ó Deus, está no santuário. Quem é Deus tão grande como o nosso Deus? 14 Tu és o Deus que fazes maravilhas; tu fizeste notória a tua força entre os povos. 15 Com o teu braço remiste o teu povo, os filhos de Jacó e de José. (Selá.)
Uma canção popular de uma geração atrás afi rmava: “Quando estou preocupado e não consigo dormir, conto minhas bênçãos em vez de carneirinhos. E vou dormir contando minhas bênçãos.” O salmista trabalhava neste mesmo princípio. Quando a preocupação se estabelece, lembre-se das bênçãos que Deus proveu no passado. Admito que há tempos de preocupação quando me desligo das bênçãos do passado e me concentro nas preocupações do presente. Alguém sábio uma vez disse que é impossível confi ar e se preocupar ao mesmo tempo, então por que é tão difícil para eu (talvez para você também) deixar de lado a preocupação e verdadeiramente confiar?