1 PERMANEÇA o amor fraternal. 2 Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, não o sabendo, hospedaram anjos. 3 Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo. 4 Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará. 5 Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei. 6 E assim com confiança ousemos dizer: O SENHOR é o meu ajudador, e não temerei O que me possa fazer o homem.
A prática da hospitalidade é uma incrível aventura. Ela não apenas abre nosso lar, mas também nosso coração e nossa mente para as necessidades dos outros. Nossa família certa vez organizou um jantar, onde expressou gratidão a todos os professores das escolas públicas que tinham sido instrutores para nossos filhos. A programação incluía jantar e um passeio de charrete pelas ruas da nossa cidade. Tratamos cada pessoa, cristãos ou não, da mesma forma, com amor e bondade. Ao final da festividade, vários dos professores, tanto homens como mulheres, deixaram nossa igreja com lágrimas de alegria em seus olhos. Uma das senhoras comentou que ela tinha sido docente por trinta anos e nunca havia sido convidada por um aluno para um jantar em sua casa. O resto do ano letivo foi o melhor que meus filhos experimentaram em educação pública. Quando a nossa interação com outras pessoas é motivada pela genuína preocupação cristocêntrica por sua vida, ela atinge os recônditos mais profundos do coração humano e toca-as com o seu amor.