15 Tu, ó SENHOR, o sabes; lembra-te de mim, e visita-me, e vinga-me dos meus perseguidores; não me arrebates por tua longanimidade; sabe que por amor de ti tenho sofrido afronta.
16 Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó SENHOR Deus dos Exércitos.
17 Nunca me assentei na assembléia dos zombadores, nem me regozijei; por causa da tua mão me assentei solitário; pois me encheste de indignação.
18 Por que dura a minha dor continuamente, e a minha ferida me dói, e já não admite cura? Serias tu para mim como coisa mentirosa e como águas inconstantes?
19 Portanto assim diz o SENHOR: Se tu voltares, então te trarei, e estarás diante de mim; e se apartares o precioso do vil, serás como a minha boca; tornem-se eles para ti, mas não voltes tu para eles.
20 E eu te porei contra este povo como forte muro de bronze; e pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque eu sou contigo para te guardar, para te livrar deles, diz o SENHOR.
21 E arrebatar-te-ei da mão dos malignos, e livrar-te-ei da mão dos fortes.
O verso 19 contém a chave para a restauração que vem do Senhor. “Se você se arrepender, eu o restaurarei para que
possa me servir.” (NVI). A restauração não virá sem arrependimento e sem o deixar do pecado. Deus também nos relembra neste verso o porquê de precisarmos nos arrepender: para que possamos servi-lo. O propósito para nossa vida é de sermos usados por Deus. Quando nos arrependemos, podemos ser restaurados e sentir os tempos de refrigério. Somos restaurados de forma a podermos cumprir o chamado que Deus tem-nos dado como seus servos.