16 Por estas coisas eu ando chorando; os meus olhos, os meus olhos se desfazem em águas; porque se afastou de mim o consolador que devia restaurar a minha alma; os meus filhos estão assolados, porque prevaleceu o inimigo. 17 Estende Sião as suas mãos, não há quem a console; mandou o SENHOR acerca de Jacó que lhe fossem inimigos os que estão em redor dele; Jerusalém é entre eles como uma mulher imunda. 18 Justo é o SENHOR, pois me rebelei contra o seu mandamento; ouvi, pois, todos os povos, e vede a minha dor; as minhas virgens e os meus jovens foram levados para o cativeiro. 19 Chamei os meus amantes, mas eles me enganaram; os meus sacerdotes e os meus anciãos expiraram na cidade; enquanto buscavam para si mantimento, para restaurarem a sua alma. 20 Olha, SENHOR, porque estou angustiada; turbadas estão as minhas entranhas; o meu coração está transtornado dentro de mim, porque gravemente me rebelei; fora me desfilhou a espada, em casa está a morte. 21 Ouviram que eu suspiro, mas não tenho quem me console; todos os meus inimigos que souberam do meu mal folgam, porque tu o fizeste; mas, em trazendo tu o dia que apregoaste, serão como eu.
Devemos render a Deus nossos temores antes que eles se tornem rebelião e culpa. Uma criança pequena com câncer, por exemplo, é algo terrível, mas qualquer que seja a razão, não devemos culpar a Deus. Quando aceitamos o sacrifício de Jesus na cruz, reconhecemos que este foi nosso castigo posto sobre Ele. Deus não está punindo a criança doente ou seus pais se estes forem cristãos. Deus de fato nos disciplina para o nosso bem; contudo, podemos crescer espiritualmente à medida que entregamos ao Senhor nossos temores e colocamos nossa confi ança em seu maravilhoso cuidado. O Senhor está conosco!