11 Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz.
12 Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?
13 Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos;
14 Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.
15 Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo.
16 Mas agora vos gloriais em vossas presunções; toda a glória tal como esta é maligna.
17 Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.
Um experiente pastor escreveu: O prato do dia em muitas mesas caseiras é a vida alheia. Alguém falou que com frequência, muitas famílias, quando estão reunidas, almoçam e jantam sempre o mesmo cardápio: falar mal dos outros, como um condimento a mais. Como é difícil não fuxicar. Deve haver alguma atração doentia para o assunto, pois vira e mexe alguém é jantado com molho forte de pimenta e tudo. E como disse W. Knight, “Não há maledicentes ociosos. Eles estão sempre ocupados.”
Sabemos que não é fácil lidarmos com a língua. Mas é uma área que temos que cuidar sob rigorosa vigilância, a fim de não cairmos nas ciladas do “acusador de nossos irmãos” -
Apocalipse 12:10. Os santos são benditos por suportarem comentários maldosos (
Mateus 5:11). Fica para todos nós a bem-aventurança do
Salmo 15, conforme
2 Timóteo 2:21.