27 E, trazendo-os, os apresentaram ao conselho. E o sumo sacerdote os interrogou,
28 Dizendo: Não vos admoestamos nós expressamente que não ensinásseis nesse nome? E eis que enchestes Jerusalém dessa vossa doutrina, e quereis lançar sobre nós o sangue desse homem.
29 Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens.
30 O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, ao qual vós matastes, suspendendo-o no madeiro.
31 Deus com a sua destra o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e a remissão dos pecados.
32 E nós somos testemunhas acerca destas palavras, nós e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem.
O trecho a seguir, do poema “A Visão”, expressa uma paixão pelo sacrifício: “Este é o som do subsolo, e o exército é disciplinado. Jovens que batem em seus corpos em submissão. Cada soldado levaria uma bala por seus companheiros de armas... ‘para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro.’ O sacrifício acende o fogo da vitória em seus olhos ascendentes. Vencedores. Mártires. Quem pode pará-los?” (Greig e Roberts, 2006, p. 120). É nosso amor que acende nosso relacionamento de fi delidade para servir nosso Deus? Nossa alma verdadeiramente clama: “O que quer que queira, Senhor”?