24 Então o rei Nabucodonosor se espantou, e se levantou depressa; falou, dizendo aos seus conselheiros: Não lançamos nós, dentro do fogo, três homens atados? Responderam e disseram ao rei: É verdade, ó rei.
25 Respondeu, dizendo: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem sofrer nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante ao Filho de Deus.
26 Então chegando-se Nabucodonosor à porta da fornalha de fogo ardente, falou, dizendo: Sadraque, Mesaque e Abednego, servos do Deus Altíssimo, saí e vinde! Então Sadraque, Mesaque e Abednego saíram do meio do fogo.
27 E reuniram-se os príncipes, os capitães, os governadores e os conselheiros do rei e, contemplando estes homens, viram que o fogo não tinha tido poder algum sobre os seus corpos; nem um só cabelo da sua cabeça se tinha queimado, nem as suas capas se mudaram, nem cheiro de fogo tinha passado sobre eles.
Quer a quarta figura na fornalha tenha sido um anjo ou o próprio Senhor Jesus, aqueles homens experimentaram a presença de Deus em sua provação. Talvez o apóstolo Pedro tenha pensado na fornalha ardente quando escreveu: “Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse; mas alegraivos no fato de serdes participantes das afl ições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis” (
1 Pedro 4:12-13). Quando enfrentamos difi culdades, regozijo e exultação podem estar bem longe de nossa mente. Como esta atitude aconselhada por Pedro pode nos guardar da auto-piedade e da resignação?