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Primeira Igreja Batista do Sétimo Dia de Joinville

Uma Questão de Vida ou Morte, Quarta-feira

Devocionais

Daniel 6:10-14:

10 Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer. 11 Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus. 12 Então se apresentaram ao rei e, a respeito do edito real, disseram-lhe: Porventura não assinaste o edito, pelo qual todo o homem que fizesse uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, dizendo: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar. 13 Então responderam ao rei, dizendo-lhe: Daniel, que é dos filhos dos cativos de Judá, não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração. 14 Ouvindo então o rei essas palavras, ficou muito penalizado, e a favor de Daniel propôs dentro do seu coração livrá-lo; e até ao pôr do sol trabalhou para salvá-lo.
Daniel poderia ter alterado suas ações. Ele poderia ter orado de um modo menos notável ou ter se privado da oração durante um mês. Entretanto, Daniel se recusou a mudar suas práticas habituais para evitar perseguição. Ele creu, como Pedro e os apóstolos fi zeram, que mais vale “obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29). Se orar se tornasse um ato ilegal, você continuaria orando? Outros o conhecem como uma pessoa de oração? A oração é um evento ocasional ou um hábito inveterado em sua vida? Warren Wiersbe escreve que: “o crente que sabe se ajoelhar em súplica não se dobra a nenhum problema, pois conhece a força do Senhor”.